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Barcelona Lassa - Real Madrid

68-74: A 35ª Liga de basquetebol!

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CRÓNICA | 21/06/2019 | Edu Bueno | FOTÓGRAFO: Víctor Carretero

O Real Madrid ganhou o quarto jogo no Palau e fez o definitivo 3-1 para revalidar o título. Campazzo foi designado MVP da final.
  • Playoff Liga Endesa
  • Final (Jornada 4)
  • 21/06/2019
Palau Blaugrana
68
74
O Real Madrid proclamou-se vencedor da Liga pela 35ª vez na sua história depois de derrotar na final o Barcelona por um 3-1 global, conquistando o título pelo segundo ano consecutivo e o quarto nas cinco últimas temporadas. Fê-lo no quarto assalto no Palau, onde levantou o troféu em mais cinco ocasiões (1986, 1994, 2000, 2007 e 2015), num encontro no qual voltou a tomar a iniciativa. E assinou o triunfo com a sua melhor senha de identidade: a força como equipa. Campazzo (15 pontos, 9 ressaltos, 6 assistências e 28 de valorização) e Tavares (10, 13 e 22), impressionantes, com Causeur, Rudy e Randolph a secundá-los numa exibição de físico. A hegemonia merengue não pára de crescer e o Real Madrid de Laso de ampliar a sua lenda com17 títulos em oito temporadas. A Liga junta-se à Supertaça para fechar a época 2018-19 com outra dobradinha.
 
Os jogadores de Laso entraram com muita velocidade no quarto jogo, avisando das suas intenções diante de um Barcelona que sofreu com a pontaria blanca no tramo inicial. O seu recital de triplos, com cinco em cinco minutos, três deles de Rudy sem falhar, permitiu cedo ganhar uma vantagem de 11 pontos com 8-19 no marcador. Mas a tónica da final voltaria a aparecer uma vez mais e os azuis-grená deram réplica a partir da entrada de Pangos e Tomic, e dominando o ressalto ofensivo. Um triplo do base do conjunto da casa dava a volta ao marcador no arranque do segundo quarto (27-26, min. 12).

Defesa e ressalto ofensivo
Os segundos dez minutos tornaram-se numa batalha das defesas, onde se evidenciou a tensão de um jogo assim. Uma falta não assinalada sobre Campazzo que terminou num contra-ataque de Smits fez os blancos recarregarem as pilhas na defesa, deixando-se de concessões e mantendo um bom trabalho defensivo a Heurtel (zero pontos ao intervalo). Mas o que deu oxigénio aos madridistas foi o ressalto ofensivo, com um imperial Tavares, proporcionando segundas oportunidades que foram aproveitadas por Carroll, Ayón e Thompkins, para devolverem a iniciativa ao Real Madrid no final da primeira parte (33-37).

17 títulos em oito temporadas para o Real Madrid de Pablo Laso.

O recomeço foi uma cópia do arranque do jogo. O Real Madrid castigava de três em três com Rudy e Randolph, enquanto que Tavares impunha a sua lei na zona restritiva. Traduziu-se num 37-47 a meio do terceiro quarto. Tocava ao Barcelona reagir, empurrado por Singleton e Pangos diminuiu a vantagem blanca para dois pontos passados dois minutos (45-47). No entanto, a pressão não foi suficiente para o campeão em título. Apareceu Causeur com cinco pontos consecutivos assumindo a responsabilidade ao mesmo tempo que a equipa se fechava atrás sem permitir ressaltos ofensivos. Campazzo, con sete ressaltos, reflectia o grande trabalho da sua equipa neste aspecto (47-55, min. 30).
 
O Madrid não deu opções 
O Barcelona tentava uma e outra vez. Um 5-0, com os primeiros pontos de Heurtel entrado no último cuarto, colocava-os a quatro pontos com o resultado em 51-55. O Real Madrid tinha a lição estudada e recorreu à sua melhor arma durante toda a temporada: o fundo do armário. Um triplo de Campazzo, gigante durante todo o encontro, Causeur, Tavares, e Taylor encontravam sempre soluções para controlarem um conjunto da casa que se via impotente perante a solidez e a fome de vitória blanca. Tavares assinou o seu grande jogo com um afundanço e um cesto para o 55-67 a dois minutos, que não iriam salvar um adversário que claudicou frente a uma impressionante exibição física do campeão (68-74, min. 40). Toca a continuar a desfrutar de uma equipa que tem uma média de mais de dois títulos por ano nos últimos oito.
 

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