1. Close
    La LigaJornada 12
    vivê-la emEstadio Santiago Bernabéu
    Real MadridReal Madrid
    vs
    BetisBetis
    Informação do jogo
    La Liga, Jornada 12
      Estadio Santiago Bernabéu
     11/02/2019
    21:00
    COMPRAR BILHETES

    partilharfacebooktwitter

  2. Close
    Liga EndesaJornada 8
    vivê-la emWiZink Center
    Real MadridReal Madrid
    vs
    UnicajaUnicaja
    Informação do jogo
    Liga Endesa, Jornada 8
      WiZink Center
     11/10/2019
    18:30
    COMPRAR BILHETES

    partilharfacebooktwitter

EmiratesAdidas

Seleccione a plataforma preferida para comprar os seus bilhetes

Alfredo Di Stefano con las 5 Copas de Europa

As cinco Taças dos Campeões Europeus de Di Stéfano

Ver galeria

NOTÍCIA | 07/07/2014

A competição continental confirmou-o como melhor jogador do Mundo. 
O domínio do Real Madrid durante os primeiros anos da Taça dos Campeões Europeus serviu não só para que o clube fosse considerado o melhor do Mundo, como também catapultou a fama de Di Stéfano como grande estrela do futebol mundial.

Ganhou a Taça dos Campeões Europeus por cinco vezes consecutivas e os seus registos são impressionantes: 49 golos em 58 jogos. Para além disso, é o único futebolista que marcou em cinco finais seguidas da actual Liga dos Campeões.

1955/56: Primeiro campeão da Europa da história
O Real Madrid e Di Stéfano estrearam-se na Taça dos Campeões Europeus a 8 de Dezembro de 1955. Tal aconteceu em Genebra, contra o Servette, e ganharam por 2-0. O primeiro golo da Flecha na nova competição surgiu no jogo da segunda mão dessa eliminatória. Foi a 12 de Outubro e Alfredo Di Stéfano marcou dois dos primeiros golos na vitória por 5-0 sobre a equipa suíça.

Esta primeira Taça dos Campeões foi recheado de momentos épicos, como o jogo da segunda mão dos quartos-de-final contra o Partizán, sobre a neve de Belgrado. Igualmente especial foi o jogo das meias-finais, em San Siro, frente ao Milan, quando Di Stéfano foi alvo de aplausos dos tifosi por ter assinado uma extraordinária exibição. Alfredo Di Stéfano participou nesse jogo, apesar de alguns dias antes ter estado doente, com uma infecção na garganta.

A final da Primeira
Na final estava o temível Stade de Reims, liderado por Kopa. Os franceses jogavam em casa, no Parque dos Príncipes, e fizeram rapidamente o 2-0. Di Stéfano marcou aos 15 minutos e com a sua garra pegou na equipa rumo à recuperação, acabando por ganhar por 4-3. A primeira Taça dos Campeões Europeus mostrou a todo o continente as virtudes da Flecha Loira.

1956/57: Ergueu a Taça perante os seus adeptos
Raymond Kopa massacrou o plantel merengue com a ideia de conseguir um título que no ano anterior havia escapado ao Stade de Reims. O Rapid de Viena foi um difícil rival na primeira ronda e esteve perto de eliminá-lo da prova. Um golo acrobático de Di Stéfano no jogo da segunda mão, na Áustria, obirgou à realização de um terceiro jogo de desempate.

Outro grande momento para eternizar foi o confronto com o Manchester United, nas meias-finais. Nos Diabos Vermelhos Rojos jogava Duncan Edwards, considerado a maior promessa do futebol inglês. Em Madrid, os brancos foram claramente superiores e Di Stéfano marcou na vitória por 3-1. O segundo jogo, em Old Trafford, ficou marcado pelo ruído infernal vindo das bancadas. O Real Madrid superou o ambiente hostil e passou a eliminatória.

A final da Segunda
Foi disputada no Santiago Bernabéu. O encontro esteve sempre muito equilibrado até aos 70 minutos, momento em que Di Stéfano inaugurou o marcador de penalti. Aos 76, Gento obteve o definitivo 2-0. O Real Madrid confirmava-se como rei da Europa perante o seu público.

1957/58: Melhor marcador da terceira edição
Nos quartos-de-final da Taça dos Campeões Europeus enfrentou o Sevilha. O jogo da segunda volta foi a 23 de Fevereiro de 1957 e, antes do início, foi entregue a Bola de Ouro a Di Stéfano. Deste modo, a FlechaSaeta exibiu o troféu, voltando a maravilhar no campo com uma actuação incrível. O Real Madrid ganhou por 8-0, com quatro golos dele.

Nas meias-finais, defrontou o Vasas de Budapeste, num jogo marcado pela chuva forte e no qual Alfredo fez um hat-trick. Numa das celebrações, saltou repetidamente, uma imagem que se tornou histórica e uma das mais míticas da carreira de Di Stéfano.

A final da Terceira
Teve lugar no Estádio Heysel frente ao Milan. Schiaffino inaugurou o marcador, mas Di Stéfano respondeu e repôs a igualdade. Após o 2-2 no tempo regulamentar, as duas equipas já revelavam grande desgaste, mas no prolongamento a famosa capacidade física de Gento acabou por decidir a final a favor do Real Madrid. Com dez golos, a Flecha foi o melhor marcador da competição.

1958/59: Linha avançada de luxo com Puskas
A contratação de Puskas fez com que a linha avançada merengue se tornasse ainda mais temível na Europa. O Real Madrid deixou pelo caminho o Besiktas e o Wiener SC, antes de enfrentar o Atlético de Madrid nas meias-finais.

A eliminatória foi uma das competitivas e só ficou resolvida num terceiro jogo de desempate. O encontro decisivo teve lugar em Saragoça. Nesse 13 de Maio de 1959, Di Stéfano marcou o primeiro golo da sua equipa no La Romareda e conduziu os brancos rumo à final de Estugarda. Após esse jogo, começou a ser comum ouvir dizer-se algo que rapidamente se popularizou: "D de dispara, D de defende, D de dirige, D de domina, D de decide, D de Di Stéfano”.

A final da Quarta
Na final reencontraram o Stade de Reims e o madridista voltou a revelar-se decisivo num jogo importante. Mateos adiantou cedo os brancos e Di Stéfano fez o 2-0 definitivo aos 47 minutos. Em mais uma grande demonstração de superioridade, o Real Madrid sagrava-se pela quarta vez campeão da Europa.

1959/60: Pentacampeão no melhor jogo da história
O Jeunesse d’Esch e o Nice foram os primeiros rivais desta edição para a única equipa que podia vangloriar-se de ter ganho a Taça dos Campeões Europeus. Nas meias-finais surgiu pela frente o Barcelona de Helenio Herrera. Face aos blaugrana, o Real Madrid impôs-se no somatório da eliminatória por 6-2, com dois golos da Flecha.

A final da Quinta
O adversário foi o Eintracht de Frankfurt, num encontro que ainda hoje é considerado como o melhor da história do futebol. Os alemães marcaram primeiro, mas Di Stéfano catapultou a sua equipa para a vitória com dois dois golos em três minutos. Os tentos foram surgindo a pouco e pouco, até ao 7-3 final, marcado também pelo avançado. O Real Madrid acabava de cumprir a difícil missão de proclamar-se pentacampeão da Europa.
Pesquisar