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Alfredo Di Stéfano

'A Flecha Loira' transformou o Real Madrid no melhor clube do Mundo

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NOTÍCIA | 07/07/2014

A chegada de Di Stéfano permitiu aos merengues iniciar a etapa mais gloriosa da sua história.
Di Stéfano vestiu a camisola do Real Madrid entre 1953 e 1964. Foram 11 anos repletos de títulos que tornaram os brancos uma equipa ganhadora. A sua chegada marcou o lançamento até se converter no melhor clube do planeta. Durante a sua campanha, o Real Madrid conquistou cinco Taças dos Campeões Europeus consecutivas, uma Intercontinental, duas Taças Latinas, oito Ligas, uma Taça de Espanha e uma Mini Taça do Mundo.

A 23 de Setembro de 1953, viajou de comboio desde Barcelona até Madrid. Às 10h30 chegou à estação de Atocha, cumpriu os exames médicos e às 16h00 iniciou os trabalhos. Na estreia como jogador do Real Madrid marcou um golo de cabeça num amigável com o Nancy.

Estreia oficial
Quatro dias mais tarde, a 27 de Setembro de 1953, fez a estreia oficial. Foi na terceira jornada da Liga contra o Racing de Santander. A "afición" madridista voltou a testemunhar o instinto goleador da nova contratação, pois marcou um dos tentos na vitória por 4-2.

O sucesso de Di Stéfano possibilitou a Santiago Bernabéu a aquisição, ano após ano, de vários astros do futebol internacional. Os jogadores madridistas não só triunfavam no campo, como se transcendiam no aspecto desportivo, tornando-se ídolos para as multidões. A linha avançada, formada por Kopa, Rial, Di Stéfano, Puskas e Gento é uma da melhores da história do futebol.

Com a camisola branca marcou 308 golos em 396 jogos oficiais.

Di Stéfano foi o primeiro vencedor da Bola de Ouro de um jogador do Real Madrid. Este galardão foi obtido pela primeira vez em 1957 e repetido em 1959. Era um prémio para o melhor futebolista da equipa que dominava a Europa. France Football prestou-lhe novamente tributo em 1989 com a atribuição da Super Bola de Ouro. Di Stéfano é o único jogador do Mundo que a possui.

A trajectória no clube merengue também foi alvo de reconhecimento em 1963, ao ser nomeado capitão do combinado FIFA que jogou com a Inglaterr, no centenário da Federação Inglesa de Futebol.

O todo o terreno, assim se definia como jogador
A Flecha implantou uma revolução no futebol europeu devido ao seu estilo de jogo. Avançado pela sua velocidade, técnica e decisão, não se conformava em esperar que a bola chegasse perto da grande área.

O seu carácter guerreiro e ganhador fazia com que quisesse ter a bola nos pés a todo o instante. Por isso, não hesitava em recuar até ao meio campo e à defesa para receber um passe ou ajudar a um roubo de bola. A sua mobilidade era uma quebra-cabeças para quem tinha a missão de o marcar.

Registos goleadores incríveis
Generoso no esforço, assistente de luxo, inteligente a criar espaços no ataque para os seus companheiros... Di Stéfano mostrou inúmeras virtudes futebolísticas aos adeptos do Bernabéu. A facilidade com que violava as balizas contrárias levou-o a ser um jogador perfeito. Com a camisola branca marcou 308 golos em 396 jogos oficiais. Foi cinco vezes o melhor marcador da Liga - o chamado Pichichi -, algo que ainda hoje constitui um recorde para um jogador madridista.

Após 11 anos de êxitos, nos quais converteu o Real Madrid no melhor clube do Mundo, Di Stéfano disputou o último jogo oficial frente ao Inter de Milão, na final da Taça dos Campeões Europeus, em 1964. A 7 de Junho de 1967, o clube organizou um encontro de homenagem em que o Real Madrid enfrentou o Celtic de Glasgow, acabado de vencer a Taça dos Campeões. O Santiago Bernabéu aplaudiu o seu herói: A Flecha Loira.

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