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Roberto Carlos encerra a Semana Branca da Escola Universitária Real Madrid Universidade Europeia

“Na minha época começamos conquistando a Sétima e agora vamos pela Décima Quinta. É espetacular”, declarou o tricampeão da Champions com o Real Madrid.

Roberto Carlos encerra a Semana Branca da Escola Universitária Real Madrid Universidade Europeia
NOTÍCIAMaría PeralRepórter Fotográfico: David S. Bustamante

Roberto Carlos foi o protagonista da quarta e última jornada da Semana Branca da Escola Universitária Real Madrid Universidade Europeia. O diretor de Relações Institucionais do clube, Emilio Butragueño, apresentou um evento no qual a lenda brasileira, que conquistou 3 Champions League com o nosso time, disse: “O Real Madrid me fez crescer como ser humano e como profissional e sou muito grato por tudo. Trabalhar neste clube é o melhor, tanto quando jogava como agora como embaixador. Aprende-se muito sobre o que o Madrid representa fora do campo. O Real Madrid é uma referência para qualquer ser humano e sou privilegiado por poder viver aqui dentro e desfrutar do futebol”.

Sua etapa no Real Madrid
“Para um menino que sai jovem do Brasil e com o sonho de fazer história, estar na seleção brasileira e no Real Madrid foram sonhos que se tornaram realidade. Foram 11 anos complicados, porque jogar no Real Madrid não era tão fácil; as pessoas acreditavam que o mundo do futebol era fácil, mas aqui no Madrid se exige muito porque é preciso ganhar sempre.”

Carinho dos torcedores
“Vivo o carinho das pessoas com muita alegria e com a máxima intensidade. É preciso manter sempre a felicidade, a humildade e tratar bem as pessoas. Me divirto muito viajando porque as pessoas ainda se lembram de mim e isso é um bom sinal. Trabalhar como embaixador significa muito para mim, indica que fizemos uma bela história em campo. É a recompensa por como Roberto Carlos foi como jogador e como pessoa.”

A Champions League
“Quando se fala da Copa da Europa, fala-se de Alfredo Di Stéfano, Puskas, Gento… Nós não íamos com a obrigação de ganhá-la, mas naquela época havia se formado um time para ganhar a Liga e a Champions. Tudo aconteceu muito rápido, eu não estava preparado para a Copa da Europa, no Brasil eu a assistia pela televisão. E de um dia para o outro você se vê entrando no estádio de Amsterdã com a Copa na sua frente. Era minha primeira final de Copa da Europa, jogando contra uma grandíssima Juventus, mas tínhamos um time forte para vencer e foi ali que voltamos a sonhar com esta competição. Começamos na minha época com a Sétima e agora vamos pela Décima Quinta. É espetacular disputar esta competição, é fácil jogá-la, mas difícil vencê-la.”

Real Madrid e Brasil
“Quando você sai do Brasil, tem que entender que, se está no Real Madrid, é porque você é bom no que faz, ou seja, é bom em tudo. Além disso, nos adaptamos muito rápido à cultura europeia. No Real Madrid você tem que se esforçar mais porque exigem mais de você, tanto fora quanto dentro de campo; é um clube muito correto, um exemplo para os demais clubes. Um jogador da base tem tudo para crescer e, no final de sua carreira, dizer: ‘Eu vivi no Real Madrid’. Quando saí em 2007, senti muita falta. Aqui também existe essa ideia vencedora, de jogar bem sempre. Isso só o Madrid tem, algo espetacular.”

Outras participações
A última jornada da Semana Branca também contou com a participação de José Ángel Sánchez, CEO do Real Madrid. Rodrigo Marín, diretor de Projetos Corporativos do Real Madrid, centrou sua intervenção em A situação na indústria do futebol e a fórmula Real Madrid. E Francisco Panadero, diretor de Infraestruturas e Desenvolvimento Patrimonial do clube, falou sobre o Desenvolvimento patrimonial: valor agregado dos ativos.

 

Aviso: Tradução gerada por inteligência artificial. Pode conter imprecisões.