Gento, o único jogador da história com seis Taça dos Campeões Europeus
O presidente honorário jogou 18 temporadas no Real Madrid e tornou-se uma lenda do futebol mundial.
Francisco Gento López faleceu aos 88 anos. Figura de referência na lenda do Real Madrid, jogou no nosso clube de 1953 a 1971. Dezoito anos nos quais conseguiu um palmarés inigualável. Ganhou 6 Taças dos Clubes Campeões Europeus, convertendo-se num jogador único na história do futebol. A essas conquistas juntou 12 Ligas, 1 Intercontinental, 2 Taças Latinas, 2 Taças de Espanha e 1 Mini Copa do Mundo. O seu contributo ao Real Madrid levou-o a ser eleito, em 2016, presidente honorário do clube.
Con um físico portentoso e uma velocidade incrível, Gento foi o melhor extremo esquerdo do mundo. Mas antes das suas espectaculares características como jogador, foi o elo de ligação entre duas gerações lendárias no Real Madrid: a das cinco primeiras Taças dos Campeões e a da equipa yeyé.
Inicio com Di Stéfano
Gento nasceu a 21 de Outubro de 1933, em Guarnizo Cantábria, e chgou ao Real Madrid na temporada 1953-54 vindo do Racing de Santander. Nessa mesma época, Di Stéfano também se incorporou na nossa equipa e juntos transformaram o Real Madrid no melhor clube do mundo.
No seu primeiro ano, ganharam a Liga e deram início a uma época dourada para o madridismo. Os melhores futebolistas do mundo vestiram a nossa camisola e a linha avançada formada por Kopa, Rial, Di Stéfano, Puskas e Gento está considerada como a mais importante da história.
Con um físico portentoso e uma velocidade incrível, Gento foi o melhor extremo esquerdo do mundo. Mas antes das suas espectaculares características como jogador, foi o elo de ligação entre duas gerações lendárias no Real Madrid: a das cinco primeiras Taças dos Campeões e a da equipa yeyé.
Inicio com Di Stéfano
Gento nasceu a 21 de Outubro de 1933, em Guarnizo Cantábria, e chgou ao Real Madrid na temporada 1953-54 vindo do Racing de Santander. Nessa mesma época, Di Stéfano também se incorporou na nossa equipa e juntos transformaram o Real Madrid no melhor clube do mundo.
No seu primeiro ano, ganharam a Liga e deram início a uma época dourada para o madridismo. Os melhores futebolistas do mundo vestiram a nossa camisola e a linha avançada formada por Kopa, Rial, Di Stéfano, Puskas e Gento está considerada como a mais importante da história.
Desde a criação da Taça dos Campeões, em 1955, Gento é o único jogador que conquistou por seis vezes o troféu. Primeiro fez parte da histórica equipa que ganhou cinco títulos consecutivos de 1956 a 1960 e depois foi o capitão do Real Madrid yeyé que voltou a ganhar em 1966.
Gento foi titular nas finais das seis primeiras Taças dos Campeões do Real Madrid e marcou em duas delas. Na Segunda foi o autor do 2-0 que fechou o marcador frente à Fiorentina, numa final disputada no Santiago Bernabéu. Foi ainda mais decisivo na Terceira, quando um golo que marcou no prolongamento resolveu uma dura contenda contra o Milan.
Oito finais
Na sua trajectória na Taça dos Campeões chegou a disputar mais duas finais, num total de oito, um recorde na prova partilhado com Paolo Maldini. Foi em 1962 frente ao Benfica e em 1964 frente ao Inter de Milão. Na Taça dos Campeões disputou 88 jogos e marcou 31 golos.
Reconhecimentos
Durante a sua longa trajectória foi um exemplo de dedicação e entrega ao Real Madrid, tendo sido o primeiro jogador da história do clube a chegar aos 600 jogos oficiais, nos quais marcou 182 golos. O seu impacto na nossa lenda, levou-o a suceder a Alfredo Di Stéfano como presidente honorário do clube. Gento foi reconhecido pelo futebol mundial ao fazer parte do combinado da FIFA que defrontou a Inglaterra no centenário da Federação Inglesa, em 1963. Os seus inumeráveis triunfos também o levaram a ser condecorado com a Gran Cruz da Real Ordem de Mérito Desportivo, entre outras distinções.
Selecção e carreira como treinador
Ao serviço da selecção espanhola, Gento disputou 43 jogos e participou em dois Mundiais, em 1962 e 1966. Depois da etapa como jogador, foi treinador das camadas jovens do Real Madrid. Foi ainda técnico do Castellón, Palencia e Granada, na Segunda Divisão.
Gento foi titular nas finais das seis primeiras Taças dos Campeões do Real Madrid e marcou em duas delas. Na Segunda foi o autor do 2-0 que fechou o marcador frente à Fiorentina, numa final disputada no Santiago Bernabéu. Foi ainda mais decisivo na Terceira, quando um golo que marcou no prolongamento resolveu uma dura contenda contra o Milan.
Oito finais
Na sua trajectória na Taça dos Campeões chegou a disputar mais duas finais, num total de oito, um recorde na prova partilhado com Paolo Maldini. Foi em 1962 frente ao Benfica e em 1964 frente ao Inter de Milão. Na Taça dos Campeões disputou 88 jogos e marcou 31 golos.
Reconhecimentos
Durante a sua longa trajectória foi um exemplo de dedicação e entrega ao Real Madrid, tendo sido o primeiro jogador da história do clube a chegar aos 600 jogos oficiais, nos quais marcou 182 golos. O seu impacto na nossa lenda, levou-o a suceder a Alfredo Di Stéfano como presidente honorário do clube. Gento foi reconhecido pelo futebol mundial ao fazer parte do combinado da FIFA que defrontou a Inglaterra no centenário da Federação Inglesa, em 1963. Os seus inumeráveis triunfos também o levaram a ser condecorado com a Gran Cruz da Real Ordem de Mérito Desportivo, entre outras distinções.
Selecção e carreira como treinador
Ao serviço da selecção espanhola, Gento disputou 43 jogos e participou em dois Mundiais, em 1962 e 1966. Depois da etapa como jogador, foi treinador das camadas jovens do Real Madrid. Foi ainda técnico do Castellón, Palencia e Granada, na Segunda Divisão.