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Valladolid - Real Madrid

Sergio Ramos: “Enquanto for matematicamente possível, temos de lutar”

NOTÍCIA | 07/05/2014 | Javier García (Valladolid) | FOTÓGRAFO: Helios de la Rubia

“Na segunda parte não tivemos intensidade, concentração nem a exigência que este jogo requeria", acrescentou Xabi Alonso.
O Real Madrid enfrentou o Valhadolid no estádio José Zorrilla no encontro que tinha sido adiado da 34ª jornada da Liga. Sergio Ramos assegurou, após o encontro: "A equipa deu a cara. O azar foi termos sofrido um golo de bola parada. Estamos a fazer uma grande temporada. Enquanto for matematicamente possível, o Real Madrid está obrigado a lutar. É uma pena porque a faltarem apenas dois jogos será quase impossível".

“Deixámos passar uma ocasião única. A sensação que temos é que pecámos por excesso de confiança depois do 1-0. O nível de concentração tem de ser o máximo e frente a uma equipa que joga para não descer há que mantê-lo até final. E eles aproveitaram a única ocasião que tiveram. A atitude da equipa foi boa mas talvez nos tenha faltado matar o encontro”.


Xabi Alonso: “Temos de fazer tudo o que for possível até ao fim”
Xabi Alonso analisou o encontro na zona mista do José Zorrilla: "Não é definitivo mas está difícil. Será precisa uma combinação de resultados que seria muito estranha. Temos de fazer tudo o que for possível até ao fim. Na segunda parte não tivemos intensidade, concentração, nem a exigência que este jogo requeria. Eles tinham muita coisa em jogo e não soubemos manter a exigência. Somos nós os responsáveis”.

“A Liga é composta por muitos jogos e é complicada. Não a perdemos ainda mas cedemos pontos em alguns encontros e penso que nesses não estivemos ao nível que poderíamos. Nesse caso, não teríamos perdido esses pontos”.

A segunda parte
“Tínhamos o jogo controlado apesar das dificuldades, porque sabíamos que um golo deles significaria o empate. Estou aborrecido comigo mesmo e com a equipa porque não demos a importância que devíamos aos segundos 45 minutos. Nesta altura da temporada há que conviver com as lesões, mas aqueles que tínhamos disponíveis eram suficientes e tínhamos de vencer o jogo”.
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